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/03/2011 - 19:14
Enviado por: AssincraNOTA DE REPÚDIO À DEMISSÃO DE JOSENILTON AMARAL (MOSSORÓ)
A Associação dos Servidores do Incra em São Paulo – ASSINCRA/SP – e o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de São Paulo – SINDSEF/SP – vêm manifestar seu repúdio à demissão sumária de Josenilton Amaral, conhecido como Mossoró, funcionário terceirizado da Superintendência Regional do Incra em São Paulo. Essa demissão vem se somar às incontáveis arbitrariedades cometidas pelo superintendente Raimundo Pires Silva ao longo de seus 8 anos de mandato, motivo pelo qual exigimos sua imediata exoneração do cargo.
Cabe esclarecer que Mossoró é candidato declarado ao cargo de superintendente e foi comunicado de sua demissão na última segunda-feira, dia 28, sendo que na sexta-feira, dia 25, estivera na sede da Assincra para uma apresentação da sua candidatura e conversa com representantes dos servidores. Mossoró foi o segundo candidato a se reunir com os servidores. Também na sexta-feira esteve presente na Assincra Wellington Diniz Monteiro, ex-secretário agrário do PT em São Paulo.
Ainda que não atenda à principal reivindicação dos servidores – cumprimento da Portaria 99/2000, que estabelece critérios claros para a seleção de superintendentes do Incra – consideramos essa abertura inicial para o diálogo positiva, devendo ser ampliada e aprofundada, com a participação do conjunto dos servidores e demais atores interessados na política agrária. Por isso mesmo, é inadmissível que Mossoró seja demitido por fazer críticas à gestão de Raimundo Pires Silva, que pretende, por todos os meios, permanecer no cargo.
Reafirmamos os termos da nossa Carta Aberta à Equipe de Transição, que deixam evidente a necessidade do governo Dilma pôr fim a este modelo de gestão que fere os princípios constitucionais da legalidade, impessoalidade, publicidade, eficiência e moralidade. Esperamos que a injusta e arbitrária demissão de Josenilton Amaral seja revertida e prevaleça o interesse público no processo de sucessão na Superintendência Regional do Incra em São Paulo.
Associação dos Servidores do Incra em São Paulo – ASSINCRA/SP
Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal do Estado de São Paulo – SINDSEF/SP
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veja quem esta no poder ...................
ResponderExcluiré esse que investe no homem do campo "as mao que alimentam a nação",
Os assentados, todavia, afirmam que o que está ocorrendo no local realmente é o furto da madeira. Segundo Lauro Rodrigues, que está assentado na localidade há mais de 30 anos, a madeira foi derrubada há aproximadamente sete meses e, desde então, é levada.
“É triste ver muita gente morando em barracos ainda. Essa precariedade e pobreza ocorrem justamente porque muita gente nem vê a cor do dinheiro repassado da venda da madeira. Alguém precisa fazer alguma coisa”, desabafa.
O imbróglio no local é justamente em relação a quem pertence essa madeira. Enquanto os assentados reivindicam a posse, a União também alega ser a detentora desses direitos.
Segundo a reportagem apurou, na terça-feira foram retirados os três caminhões de madeira em questão. Tanto no dia anterior quanto na sexta-feira, a quantia foi bem maior: foram dez caminhões retirados por dia do assentamento.
PF investiga furto de madeira no Aimorés
ResponderExcluirAlém de investigação policial, local é cenário de imbróglio jurídico e relacionamento conflituoso entre Incra e assentados
Sob um imbróglio jurídico, a Polícia Federal (PF) de Bauru investiga crimes de furto de madeira no Horto Aimorés. Na manhã de terça-feira, uma equipe de policiais encontrou três caminhões retirando madeira de um dos lotes, porém, sob a alegação de trabalharem para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), os homens foram ouvidos e liberados com as cargas. Outro problema é que o mesmo impasse, que envolve a retirada da madeira dos lotes, causa outros sérios problemas aos assentados, inclusive no próprio plantio.
Na terça-feira, uma equipe da PF foi até o assentamento para a realização de averiguações exatamente por parte do inquérito de furto de madeira já em andamento. Ao chegar no local, os policiais encontraram três caminhões carregados retirando madeira de um dos lotes.
Os três homens responsáveis foram questionados, porém, afirmaram que estavam autorizados pelo Incra e que o transporte de madeira era totalmente legal. No local, há um posto de atendimento do instituto com uma espécie de “portaria”, que seria a responsável por controlar tais transportes.
“O inquérito sobre furtos de madeira já estava em curso após a denúncia de um dos assentados. Esses homens que foram encontrados disseram que o transporte estava legalizado e que era de um projeto regular do Incra de manejo de madeira”, explica o delegado da PF Carlos Alberto Fazzio Costa.
Entretanto, somente um papel escrito à mão foi apresentado como sendo a autorização. Por isso, os homens foram conduzidos à delegacia, onde, de acordo com Fazzio, declararam que faziam o transporte somente mediante o consentimento dos assentados. Eles foram ouvidos e liberados em seguida. A madeira também não foi apreendida.
Segundo a reportagem apurou, esses homens seriam servidores terceirizados pelo Incra. “No fim da tarde (de terça-feira), consegui falar com o Incra e eles confirmaram a identidade dos homens e que fazem parte de um projeto legal de manejo de madeira”, afirma.
caramba e os assentados , sao tratados assim , estamos bem desuperintendencia e cupula mesmo.!!!!!!!!